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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Águas do Amor ou Oração do Perdão


Águas do Amor ou Oração do Perdão
(melhor mentalizada e proferida debaixo da cachoeira, num banho de rio, ou até mesmo debaixo do chuveiro: o que vale é a Fé!)
“Hoje lavo meu coração nas Águas do Amor.
Hoje mágoas e rancores encardidos se dissolvem completamente nas Águas do Amor.
Hoje é dia de perda:
perda das culpas,
perda das ofensas,
perda dos defeitos.
perda dos ressentimentos,
perda das desconfianças,
perda do ciúmes,
perda das falhas,
perda da inveja,
perda da cobiça,
perda da intolerância.
Hoje eu os libero. Eu os deixo ir. As Águas do Amor levam tudo.Nada disso jamais me fará falta.
Hoje é dia da perda. Hoje é da do Perdão.
As Águas do Amor lavam e levam toda a sujeira e negatividade.
Assim fico leve no colo de Mamãe Oxum... Que assim seja!
Oração ditada pela entidade “Estrelinha do Oriente” ao médium Vanderlei Alves (T.E.U.C.E.M) em 01/03/2011.

domingo, 26 de junho de 2011

Hino aos Santos Juninos


Nesta casa têm quatro cantos,
Cada canto têm um Santo,
Num canto vejo São Pedro,
E no outro Santo Antônio,
E no outro São João,
Tem São Jorge na parede,
Tem São Jorge na parede,
Com a espada em suas mãos,

Bem feliz será o lar,
Que tem sua devoção,
Que respeita, Santo Antônio,
Que respeita Santo Antônio,
E São Pedro e São João,
E tem São Jorge na parede,
Tem São Jorge na Parede,
Com a espada em suas mãos.

domingo, 12 de junho de 2011

Boiadeiros, Oiá - Tempo e Divinio Espírito Santo

Calix Bento
Milton Nascimento
Composição : Folclore Mineiro / Adaptação: Tavinho Moura
Ó Deus salve o oratório
Ó Deus salve o oratório
Onde Deus fez a morada
Oiá, meu Deus, onde Deus fez a morada, Oiá
Onde mora o calix bento
Onde mora o calix bento
E a hóstia consagrada
Óiá, meu Deus, e a hóstia consagrada, Oiá

De Jessé nasceu a vara
De Jessé nasceu a vara
E da vara nasceu a flor
Oiá, meu Deus, da vara nasceu a flor, oiá
E da flor nasceu Maria
E da flor nasceu Maria
De Maria o Salvador
Oiá, meu Deus, de Maria o Salvador, Oiá

Ivan Lins
Composição : Ivan Lins / Vitor Martins

Os devotos do Divino vão abrir sua morada
Pra bandeira do menino ser bem-vinda, ser louvada, Oiá, Oiá,
Deus nos salve esse devoto pela esmola em vosso nome
Dando água a quem tem sede, dando pão a quem tem fome, Oiá, Oiá,

A bandeira acredita que a semente seja tanta
Que essa mesa seja farta, que essa casa seja santa, Oiá, Oiá,
Que o perdão seja sagrado, que a fé seja infinita
Que o homem seja livre, que a justiça sobreviva, Oiá, Oiá,

Assim como os três reis magos que seguiram a estrela guia
A bandeira segue em frente atrás de melhores dias
No estandarte vai escrito que ele voltará de novo
E o Rei será bendito, ele nascerá do povo, Oiá, Oiá,

As duas composições acima integram vasto leque de músicas populares e de cunho folclórico popular que encontram adaptações nos terreiros de Umbanda de todo país, por ocasião da data comemorativa de Pentecostes e das Festas do Divino Espírito Santo que são muito marcantes no Brasil a interferência colaborativa da marcha de caleiros, cavalhadas, moçambiques, congadas, folguedos, quermesses, procissões, missas com cântigos, enfim toda uma relação unha e carne entre o caboclo nascido da fusão de raças e a religiosidade ultra exacerbada do povo brasileiro que adquire sua representação na linha do Tempo da Fé que está sob orientação de Oiá, fator Feminino do Trono da Fé que tem como masculino Oxalá, sincretizado desde os primórdios da religião como Jesus Cristo e canal de ligação da Fé dos Boiadeiros nas campinas, sertões e pradarias deste imenso Brasil.
Salve os Boiadeiros, Salve o Divino Espírito Santo, Salve Oiá - Tempo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Espaço para "Demônios" no perdão... podemos?


Na religião que sigo, desconheço haver espaço para o "demônio", pois compreendo que mesmo um espírito humano (todos na minha acepção são) que venha a ser tratado como "demônio", tem chance de recuperação e resgate para a Luz.
O perdão é algo que devemos ter para como os inimigos, pois perdoar aos amigos é tão fácil. (Há passagens bíblicas mais ou menos assim, certo?).
A compreensão que estamos construindo da enormidade e grandeza de Deus, não permite conceber que hajam seres incapazes de 'amar' e relegados as trevas para todo o sempre, neste sentido quantificar seres dos quais ainda não temos capacidade de resgatar é apenas concluir que nossas religiões não estão ainda preparadas para o perdão no nível de exigência de Deus.
Cada um entende Jesus como convém, mas os amo mesmo assim.

Sejam mais compreensivos, não se prendam aos detalhes da história, entendam o conteúdo... observam em demasia a pulga e deixam passar um dinossauro de erros.

Espero ter auxiliado.
Somos todos aprendizes.
Axé da Umbanda, Paz e Luz, sempre.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Comentários sobre a mediunidade humana


Correto, mediunidade é uma faculdade humana sensorial, como a visão, olfato, tato, paladar e audição, a decodificação espírita resultou no termo espiritismo que designa não necessariamente todos os médiuns e sim ao grupamento filosófico (religioso no Brasil, por exemplo) , científico e cristão que foi exposto por Allan Kadec em meados do século XIX.
Na antigüidade os dons mediúnicos eram reservados a profetas, pitonisas, xamãs e grupos específicos quase sempre ligados a um sacerdócio exclusivo com ou sem indução de alucinógenos (erva de poder) e na presença de poucos seguidores que realizavam a mediação entre os planos humano e divino.
Por preponderância do advento da fase máxima de uma faculadade até então reservada, por ocasião da vinda de Jesus Cristo que emanava dons mediúnicos em toda sua existência, abriu-se elemento novo com o termo Espírito Santo, do qual concede-se o dom de profecia e comunicabilidade entre os demais planos e uma coexistência em uma simbiose irmanada de relatos dos mais diversos, porém ainda pouco esclarecidor perante a abstração mental dos homens. Os avanços científicos foram precursores de uma interpretação cartesiana elaborada por Kardec e a metodologia de ação assim realizada, teve como resultado toda uma Doutrina que poderia ser amparada em conceitos exatos, necessidade da própria evolução do intelecto humano.
Com esta analogia podemos dizer que sempre houve mediunidade, porém sua aplicação prática só detém pouco mais de 150 anos e sua especificidade ainda não está ao todo concretizada, fato que deve ocorrer em breve.
A internet pode aplicar a comunicabilidade entre os planos, temos noção de que há interesse de ambos os lados em um processo de plenitude, a partir do momento que houver maior interesse em temas espirituais e espiritualistas, haverá liberação de um domínio onde nossos amados instrutores e familiares nos darão irrefutáveis provas de que a vida não só continua como está toda emaranhada em sublimações inefáveis de uma rede única que sempre esteve diante de nosso olhos e ficamos tal como cegos a apalpar partes distintas de um mesmo elefante, paráboloa conhecida...
Espero ter amplificado a discussão.
Somos todos aprendizes.
Vibrem AMOR.
Axé da Umbanda, Paz e Luz, sempre

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Orzil (Obra de André Luiz) e Exu são semelhantes ou iguais?


Muitas obras espíritas, espiritualistas e de umbanda, trazem revelações a cerca de grupos especializados em coordenar ações de resgate, punição e demais elementos de uma Justiça Divina amparada na Lei da Ação e Reação.
A saber temos visto que EXU possui autoridade sobre a MATÉRIA/VAZIO, POMBAGIRA sobre os DESEJOS e EXU MIRIM sobre as INTENÇÕES em um resumo de seus atributos primordiais retirada da literatura de UMBANDA SAGRADA conhecida.
Certamente não espero respostas dignas de nota, daqueles que atribuem um estágio negativo para seres cuja natureza sempre foi incompreendida e da qual surgitram-se mitos e tabus, nas mais variadas notações religiosas, a ponto de classificar uma escala antagônica a natureza de DEUS, embora permita a opinião até dos mais esclarecidos nesta abstração, faz parte do livre arbítrio.
Vejamos um texto encontrado no livro "Ação e Reação", André Luiz, por Chico Xavier:
"Era Orzil, um dos guardas da Mansão, em serviço nas sombras.
A breves instantes, achávamo-nos na intimidade de pouso tépido.
Aos ralhos do guardião, dois dos seis grandes cães acomodaram-se junto de nós, deitando-se-nos aos pés.
Orzil era de constituição agigantada figurando-se-nos um urso em forma humana.
No espelho dos olhos límpidos mostrava sinceridade e devotamento.
Tive a nítida idéia de que éramos defrontados por um penitenciário confesso, a caminho de segura regeneração.
Na sala estreita e simples, alinhavam-se alguns bancos e, acima deles, destacava-se um nicho ovalado, em cujo bojo havia uma cruz tosca, alumiada por uma candeia estruturada em forma de concha.
Afastou-se Orzil para sossegar os grandes animais menos domesticados, no interior da choupana, e, enquanto isso, o Assistente informou-nos:
— É um amigo de cultura ainda escassa que se comprometeu em delitos lamentáveis no mundo. Sofreu muito sob o império de antigos adversários, mas presentemente, após longo estágio na Mansão, vem prestando valioso concurso nesta vasta região em que o desespero se refugia. É ajudado, ajudando. E, servindo com desinteresse e devoção fraternal, não somente se reeduca, como também suavizará o campo da nova existência que o aguarda na esfera carnal, pelas simpatias que vem atraindo em seu favor.
— Vive só? — perguntei, mal sopitando a curiosidade.
— Dedica-se a meditações e estudos de natureza pessoal — comentou Silas, paciente —, mas, como acontece a muitos outros auxiliares, tem consigo algumas celas ocupadas por entidades em tratamento, prestes a serem recebidas em nossa instituição.
Nesse ponto do entendimento, Orzil voltou até nós e o Assistente interpelou-o, com bondade:
— Como passamos de serviço?
— Muito trabalho, chefe — respondeu ele, humilde. — A tempestade de ontem trouxe imensa devastação. Creio ter havido muito sofrimento nos pântanos.
Percebendo que se referia aos precipícios abismais em que se debatiam milhares de almas infelizes e conturbadas, Hilário perguntou:
— E não será possível atingir semelhantes lugares para aliviar a quem padece?
Nosso novo amigo esboçou dolorosa carantonha de tristeza e resignação, ajuntando:
— Impossível..." (segue demais páginas a partir da 63)
Como vemos, há espíritos humanos que são especializados em uma função atrelada a ações em regiões trevosas, mas são candeias de Luz em meio a mais densa escuridão, reconheço estas ações como sendo dos Guardiães a Esquerda reconhecidos na Umbanda como Exu, Pombagira e Exu-Mirim, um paralelo cinematográfico muito rescente pode-se ter em "Constantine", atravessar portais dimensionais com auxilio de Guardiães era um dos eixos de ação deste filme, apesar da mitologia judaica-cristã inserida.
Somos todos aprendizes.
Vibrem AMOR.
Axé da Umbanda, Paz e Luz, sempre.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sobre o Inferno Cristão e nosso Umbral.


Este dualismo é persa-arábico, origem de toda a herética crença de um Deus maniqueísta.
O 2º Concílio de Constantinopla teve relevância fundamental para esta formatação anatêmica que insurgiu sobre o cristinianismo, abominando as idéias de Orígenes de Alexandria e adotando falsas interpretações mediáticas de convenções sistêmicas como o da ressurreição da carne (matéria) em detrimento da reencarnação do homem (espírito).
Por esta conveniência obviamente minhas concepções garantiriam o "INFERNO" sem sombra de dúvida, pois sou da Umbanda, acredito no Espiritismo e aqui sempre procedo em refutar os conceitos dogmáticos e preconceituosos que submergem das doutrinas concatenadas na aberração proscrita desde 552 dC, pelo Imperador Bizantino Justiniano I e sua adorada esposa Teodora, ratificada pela infabilibidade papal de Vigílio I e dos demais que o sucedem-se no trono remexido de Pedro.
O fato de Deus manifestar-se mediunicamente até nossos dias, passa por aceitar que todo Espírito é de DEUS, até mesmo o mais vil e traiçoeiro e alegrar-se por termos privilégio em algumas religiões de naturalmente aceitar os mais evoluídos, mais disciplinados e mais objetivos em suas manifestações. A proibição mosaica de contactar os "vivos" eternos perpassa por considerações básicas nas leis de Jesus, estabelecidas pelo AMOR, considerando-se todos os espíritos nossos semelhantes, fica impossível não dar atenção a eles e deles receber auxílio, seja por resoluções espirituais ou mesmo materiais.
A imagem de um INFERNO, solene de penas eternas, degenera a imagem de um DEUS misericordioso, bom e justo, pois atenta contra sua própria ONIPOTÊNCIA, ONIPRESENÇA E ONISCIÊNCIA, dando conta de que não controla nossas ações omitindo-Se de prescrever soluções para erros repetitivos ou sobre os semelhantes, por este exercício simples, descarto esta solução final, considerando válida que haja lugares de penas, porém jamais ETERNAS.
Procure por UMBRAL é uma palavra mais atenta a realidade vivida de nossos santos demônios de cada dia.
Espero ter colaborado, somos todos aprendizes.
Vibrem AMOR.
Axé da Umbanda, Paz e Luz, sempre.